Material de Gestão Financeira

Pessoal, conforme prometido hoje em sala de aula do Caminho das Pedras, está ae a lista de Gestão Financeira com gabarito.

Desejo a todos que irão fazer prova amanhã sucesso e boa sorte, e como o Sandrinho disse, temos certeza que muitos servidores serão os que demos aula!!!

Financeiro

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Apresentação de AFO

Pessoal, como prometido aos alunos hoje do GranCursos – SIG, estou deixando os links relativos às aulas de Orçamento Público.

Aula 01: Apresentação - Material
Aula 02: Apresentação
Aula 03: Apresentação

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Cursos Online – GranOnline

Em 2014 nasce mais uma parceria com o Professor Bruno Eduardo, e inicia gravações no estúdio do GranCursos Online as aulas de administração que irão contribuir com a aprovação de alunos em todo o Brasil para os cargos públicos.

Desde 2013 parceria com a ESAFI Treinamentos permite que o Professor possa estar capacitando em nível nacional diversos servidores públicos, mas algo que o Professor não iria imaginar, é estar preparando alunos ao ingresso na carreira daqui mesmo de Brasília, com uso da tecnologia, por meio de vídeo-aulas.

Claro, em primeiro instante a insegurança, medo, e receio de dar aula para uma câmera, pois não haveriam perguntas a fim de aprofundar o conteúdo, porém, o Professor carrega uma bagagem de aulas presenciais que permite que ele mesmo já se questione, como se aluno fosse, pois, com sua experiência, é capaz de saber quando o aluno irá levantar sua sobrancelha com cara de “não entendi”.

Não perca tempo, acesso o site do GranCursos Online em http://online.grancursos.com.br/ e aproveite para poder adquirir seu pacote de aula. Atualmente com gravações de Administração de Recursos Materiais, mas, em breve, mais temas da Administração.

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Gerência de Projetos

Em agosto iniciou a temporada de Projetos para 2014. A primeira turma a receber instruções do PMBOK foi no Ministério da Integração, em uma parceria que se iniciou em 2013 e se estendeu para 2014. A facilidade de um órgão público poder requisitar servidores de outros órgãos, fez com que o MI e o STM utilizasse o capital intelectual para troca de conhecimentos.

E se acham que foi apenas essa turma, estão enganados. Com o sucesso da metodologia implantada pelo Professor Bruno Eduardo, antes mesmo de encerrar a I Turma de Gerentes de Projetos já foi demandada ainda para 2014 uma segunda temporada no Ministério, a fim de capacitar outros servidores que não puderam participar por agora.

E como o professor não fica quieto, no final de agosto o mesmo curso será ministrado pela ESAFI Treinamentos, na cidade de Recife, e além de capacitar servidores públicos – federais, estaduais e municipais – o professor também irá contar com alunos da iniciativa privada, que estão interessados em se capacitar pela metodologia PMI para a gerência de projetos. E há previsão para outro curso aberto a interessados em Dezembro, que está em negociação uma data viável.

Fiquem atentos, pois o calendário de eventos trás informações sobre os cursos a serem realizados no ano.

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Material de Gestão da Qualidade

Lá vem mais uma listinha preparada especialmente aos alunos que estão inscritos no concurso da Anatel – 2014.

Como prometido em sala de aula, o material de atividades, espero colocar o gabarito no final do dia para que possam estar conferindo.

Em breve estarei disponibilizando outras listas, e assim atualizo o site. Bons estudos e boa resolução de exercícios. Encontro com vocês na próxima aula.

2014 – TGA – Gestão da Qualidade _Exercícios

Gabarito

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Material de Gestão Financeira

Conforme prometido em sala de aula, na turma da Secretaria de Saúde, estou deixando disponível o material utilizado em sala de aula para que possam estudar e revisar em casa.

Aguardo vocês na próxima aula para fecharmos o conteúdo.

2014 – TGA – Gestão Financeira (Exercícios)
Noções de Administração Financeira (Apresentação)

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Indicadores

Os indicadores são “mostradores” de uma dada situação. Um exemplo de indicador é a velocidade mostrada no velocímetros de um veículo (meio de verificação). Nele, a cada momento, o motorista consegue saber a velocidade instantânea, podendo avaliar se deve manter tal velocidade, aumentar ou reduzir diante de suas necessidades ou restrições. Com isso, o motorista consegue saber se há risco de multa por exceder a velocidade limite estabelecida e, também, se atingirá o destino no prazo determinado. (…)

Há quatro tipos de indicadores de projeto: de impacto, de efetividade, de desempenho e operacionais. Os indicadores de impacto medem o objetivo geral do projeto com resultados em longo prazo e sua contribuição para a organização ou sociedade; os indicadores de efetividade medem os resultados objetivos propostos em um determinado período de tempo, após a produção de resultados do projeto.

Já o desempenho evidenciam se os resultados planejados foram alcançados – pode-se citar o ROI (Return Of Investiment), o CPI (Cost Performance Index) e um indicador de prazo obtido ao final do projeto. Os indicadores operacionais são aqueles medidos durante a vida de um projeto, tendo como algo as atividades e os recursos, e sinalizam qual é a tendência do projeto, caso não exista nenhuma ação efetiva no curso atual.

Os indicadores de impacto, de efetividade, de desempenho são indicadores medidos após a conclusão do projeto, ou mesmo depois de transcorrido um tempo após a conclusão. Estes indicadores têm importância na avaliação final do projeto, e sobretudo, para balizar novos projetos, similares ao projeto finalizado.

Quer saber mais sobre o assunto, faça como o professor, adicione à sua biblioteca o livro de Indicadores de Gerenciamento de Projetos – Monitoração Contínua, de Armando Terribili Filho, PMP.

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Mitos e verdades sobre a Gestão de Projetos

  • Gestão de projetos requer mais pessoas e adiciona custos indiretos a organização; ou
  • Gestão de projetos permite ao projeto realizar mais trabalho em menos tempo com menos pessoas.
  • O custo do projeto pode aumentar em decorrência dos custos de acompanhamento; ou
  • O custo do projeto irá diminuir devido a presença de acompanhamento.
  • A gestão de projetos aumenta o número de mudanças no escopo; ou
  • A gestão de projetos permite maios controle sobre as mudanças de escopo.
  • A gestão de projetos cria instabilidade organizacional e aumenta os conflitos entre departamentos; ou
  • A gestão de projetos torna a organização mais eficiente e melhora efetivamente a relação entre os setores por meio do trabalho em equipe.
  • A gestão de projetos cria problemas; ou
  • A gestão de projetos possibilita um meio de solução aos problemas.
  • Somente grandes projetos necessitam de gestão; ou
  • Todos os projetos se beneficiam diretamente da gestão de projetos.
  • A gestão de projetos cria problemas de poder e autoridade; ou
  • A gestão de projetos reduz os conflitos por poder.
  • A gestão de projetos tem como objetivos os produtos; ou
  • A gestão de projetos tem como objetivo as soluções.

A gestão de projetos aprimora a gestão da organização.

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Douglas McGregor – Teoria X e Teoria Y

Douglas McGregor, nasceu em 1906, tornou-se bacharel pela Wayne University em 1932, e se doutorou em 1935 em Psicologia Experimental na Universidade de Havard. Reitor no período de 1948 a 1954 em Antioch College e ainda em 1954 Professor de Administração do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e faleceu em 1964, sendo citado em 1993 como um dos mais consagrados autores de Administração, ao lado de Henri Fayol.

O pensamento chave de McGregor era que as crenças básicas dos gestores têm influência dominante sobre a forma como as organizações são dirigidas e o fundamental nisso são os pressupostos dos gestores sobre o comportamento das pessoas. McGregor afirma que essas opiniões enquadram-se em duas teorias, X e Y.

Teoria X – visão tradicional de direção e controle. A Teoria X baseia-se no pressuposto de que o ser humano comum nutre aversão ao trabalho e procura evitá-lo sempre que possível. Por causa da aversão, a maior parte das pessoas precisa ser forçada, controlada, dirigida e ameaçada com punição, a fim de realizar algum esforço. O homem comum prefere ser dirigido, deseja evitar responsabilidades, tem pouca ambição e quer, acima de tudo segurança.

Teoria Y – integração dos objetivos individuais e organizacionais. A Teoria Y é baseada no pressuposto de que empregar esforço físico ou mental em um trabalho é tão natural quanto jogar ou descansar. Dependendo das condições de controle, o trabalho pode ser fonte de satisfação ou motivo de punição. O controle externo e a ameaça de punição não são os únicos meios de incentivar esforços, as pessoas exercerão a auto-direção e o auto-controle a serviço dos objetivos com os quais estão comprometidas. O compromisso com objetivos é resultado das recompensas associadas à sua realização.

Sobre condições adequadas o homem comum aprende não somente a aceitar, mas também a procurar responsabilidades. A fuga à responsabilidade, falta de ambição e ênfase em segurança, em geral, são consequências da experiência, não características inerentes ao ser humano.

Perceba que McGregor trata o homem comum na teoria X e Y, e assim podemos concluir que todos nós, homens comuns, somos X e Y. “O compromisso com os objetivos surge da recompensa associada ao prazer de cumprir uma meta”.

McGregor iniciou estudos sobre a Teoria Z, mas não foi totalmente esquecida. Durante a década de 1970 Willian Ouchi começou a expor seus princípios, ao comparar e contrastar as organizações japonesas (tipo J) com as americanas (tipo A).

Assim propôs que organizações tipo A tendem a oferecer empregos de curto prazo, carreiras especializadas com rápidas promoções, com tomada de decisões e responsabilidade individualizada. Já organizações tipo J refletem o espírito da sociedade japonesa (coletividade e estabilidade). As empresas americanas mais em comum com as organizações do tipo J foram chamadas de Tipo Z, com exemplos incluindo a HP – Hewlett-Packard.

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Nos bastidores da Integração

Nos bastidores, estamos programando mais um curso, e há dois já confirmados, a serem realizados no Ministério da Integração.

Em julho, o Professor Bruno Eduardo estará lecionando Licitações, com temas específicos das contratações diretas por dispensa e inexigibilidade, e dando continuidade em regras contratuais e de habilitação exigidas.

Em agosto, já confirmado, Gerência de Projetos – PMI, com o objetivo de demonstrar técnicas e ferramentas que se aplicam ao setor público, e instruindo a criação do Escritório Corporativo de Projetos – ECP. Ainda em agosto, em negociação, mais um curso com Gestão de Contratos, com personagens responsáveis pelo devido cumprimento contratual, e as atribuições de cada um, permitindo assim o respeito ao Princípio da Segregação de Função.

E a agenda está cada vez mais comprometida. Peço desculpas aos alunos que as vezes questionam minha indisponibilidade dentro dos preparatórios de concurso público, mas terei que dividir meu tempo preparando futuros servidores com os atuais servidores em programas de capacitação.

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